poema

Refrão

Publicado em 2 de agosto de 2018, por Jan Parellada
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Comecei quase tudo,
não terminei nada.
Gosto de viver assim,
à prestação.

Adoro elogios,
mimos, aplausos.
Mas não sou refém,
haja ilusão

Sou desatento,
distraído, confuso.
Mas jamais negligente,
rei da conspiração.

Lembro do antes,
anseio pelo depois.
Vivo no durante,
luz, câmera, ação.

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