poema Tardio Publicado em 20 de setembro de 2018, por Jan Parellada CompartilharFacebookTwitter Depois de tudo, de tanto, coração ausente diluído em pranto, cinismo arraigado, olhar enviesado, paixões passadas, há muito descartadas, Será que agora, já tarde, crepúsculo, débil a memória frágil o músculo, será hora de sonhar? CompartilharFacebookTwitter