poema

Zigue-Zague

Publicado em 30 de setembro de 2018, por Jan Parellada
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Não sou o melhor,

sou o mais teimoso,

do tempo,

não guardo clemência,

pelo que é fácil,

não guardo interesse,

sou um tolo

fascinado por erros,

a cada dia

me arrependo menos

do que fui

ou

do que possa ser.

lamento,

o que te seduz,

não é o que me fascina,

mas nunca abandono,

sou capaz de manter olhares

indefinidamente,

da existência, não vislumbro fim,

como um andarilho bêbado

sigo em eterno zigue-zague,

até que tudo se acabe,

até que a vida desista de mim.

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