poema

Privilégios

Publicado em 5 de outubro de 2018, por Jan Parellada
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Se eu tiver que morrer,

que eu morra de arte,

e se eu puder escolher,

que seja no palco,

longe do tédio,

perto do infarte.

 

Se eu tiver que viver,

que seja de ilusão,

sem nunca sofrer,

com o olhar sorrateiro,

de sincero farsante,

até o último instante

como se fosse o primeiro.

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