
Se eu tiver que morrer,
que eu morra de arte,
e se eu puder escolher,
que seja no palco,
longe do tédio,
perto do infarte.
Se eu tiver que viver,
que seja de ilusão,
sem nunca sofrer,
com o olhar sorrateiro,
de sincero farsante,
até o último instante
como se fosse o primeiro.

