poema

Reflexo

Publicado em 8 de abril de 2019, por Jan Parellada
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O poder,
não pede licença,
se impõe

sem pudores


se pedir licença,
não é poder.
é blefe.

Um dogma,
não admite dúvida,
só certeza

absoluta,

se admitir vacilo,
não é um dogma,
é uma convicção.

A violência,
não tem limites,
mata e mutila

indiferente

se mostrar piedade,
não é violência.
é ira.

O humano,
é passional,
ama ou odeia

conforme a ocasião

se for lógico,
não é humano.
é uma máquina.

Um diamante,
não sofre fraturas,
rasga o espelho

de ponta a ponta

se romper na tarefa,
não é um diamante.
é só brilho.
é só reflexo.

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