crônica

Viajante

Publicado em 19 de novembro de 2018, por Jan Parellada
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Norte, sul,
cume, abismo,
minha vida
não precisa
de sentido,
precisa
de significado.

Nas muralhas
da China,
nas grutas
da Nova
Zelândia,
nos túneis
secretos
dos Incas,
nas prisões
de Veneza,
é onde
me sinto
livre.

Na solidão
das montanhas,
na aridez
do deserto,
no frio polar
da tundra,
nos confins
do mundo,
minha vida
ganha significado,
tudo
faz sentido.

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