poema

Para Que Serve Um Poeta

por Jan Parellada

Um poeta não constrói casas, não cultiva o campo, não alimenta ninguém. Para que servem poetas? Poetas não madrugam, não…

crônica

Vaidade

por Jan Parellada

Eu podia estar roubando, eu podia estar matando, mas cá estou eu escrevendo, bem pior, publicando, o que significa que…

crônica

Quanto Vales?

por Jan Parellada

– Quanto custa a tua alma? – Não tenho ideia. – Anda, criatura, põe logo um preço na mercadoria, resta-me…

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jan l. l. parellada

Sobre o Autor

Nascido em Apucarana (PR) em 1962, filho de imigrantes espanhóis, desde muito cedo esteve cercado por boas histórias, livros e música. Em casa, a vida cultural era incentivada, e fazia parte de seu cotidiano familiar.

Criança ainda, o imaginário o fazia “voar”, dava gás as suas aventuras pueris. Já na adolescência, fascinado por cinema, assistia a todos os filmes que podia, refazendo cenas, reescrevendo as histórias. Talvez daí, tenha surgido seu estilo. Seus livros se assemelham a roteiros, onde a estrutura das histórias se faz em cima de diálogos, sempre baseados na construção de personagens fortes e antagônicos.

No ano de 2000 publicou seu primeiro livro“Jogo da Burocracia”. Desde então, publicou mais outros quatro: “Jogo da Burocracia 2”, “Por Uma Vida Qualquer” , “Messias, O Milagreiro de Vallegrande” e “Lirium”.

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